Mapa e Abrafrutas discutem logística para exportação
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) se reuniram nesta quart

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) se reuniram nesta quarta-feira (27), em Brasília (DF). O encontro tratou de pautas para a cadeia da fruticultura, como abertura de novos mercados, defesa fitossanitária, fiscalização em portos e aeroportos, seguro rural e o Certificado Fitossanitário Eletrônico (ePhyto).
De acordo com as informações divulgadas, a agenda focou em temas operacionais e comerciais ligados às exportações de frutas brasileiras. A discussão abordou a necessidade de reforço no número de fiscais agropecuários, ponto relacionado ao fluxo de embarques e ao cumprimento de exigências sanitárias de compradores internacionais.
Outro item foi o ePhyto, sistema eletrônico de certificação fitossanitária. Segundo o ministério, a ferramenta moderniza processos e agiliza a logística das exportações, o que é relevante para produtos perecíveis, como frutas, onde prazo e condição de embarque afetam a competitividade.
O presidente da Abrafrutas, Waldyr Sérgio, afirmou que a fruticultura mantém peso na geração de empregos e no desenvolvimento regional. O ministro da Agricultura, André de Paula, destacou a continuidade do diálogo entre a pasta e o setor produtivo em questões técnicas e comerciais.
Dados da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa mostram que, em 2025, as exportações brasileiras de frutas, incluindo nozes e castanhas, superaram US$ 1,57 bilhão. O valor dimensiona a relevância econômica da cadeia, especialmente em polos exportadores. Durante a reunião, Petrolina (PE) foi citada como referência nacional em produção irrigada e exportação de frutas.
A reunião não detalhou prazos ou medidas imediatas para cada pauta. Ainda assim, os temas indicam que acesso a mercados, controle fitossanitário e eficiência logística seguem como pontos centrais para a competitividade da fruticultura brasileira no comércio exterior.


