Alimentos que mais subiram e caíram
Ranking oficial dos itens alimentares com maior alta e maior queda em setembro de 2026, baseado no IPCA do IBGE — o índice usado pelo governo, Banco Central e mercado.
Top 15 altas do mês
Os 15 alimentos que mais subiram de preço em setembro de 2026.
Top 15 quedas do mês
Os 15 alimentos que mais caíram de preço em setembro de 2026.
Ranking acumulado do ano
Variação acumulada desde janeiro até setembro de 2026. Mostra o que realmente pesou no bolso ao longo dos últimos meses.
Maiores altas do ano
- Limão+124,92%
- Cebola+61,82%
- Pepino+59,43%
- Tomate+58,70%
- Morango+45,93%
- Batata-inglesa+45,55%
- Cenoura+44,47%
- Feijão - carioca (rajado)+36,44%
- Abobrinha+30,73%
- Feijão - preto+27,77%
Maiores quedas do ano
- Abacate-42,44%
- Laranja - baía-39,21%
- Laranja - lima-34,77%
- Banana - maçã-17,22%
- Café moído-16,19%
- Açúcar refinado-13,64%
- Peixe - dourada-13,52%
- Laranja - pera-13,01%
- Maçã-11,69%
- Açúcar demerara-9,46%
Por que os preços variam tanto?
Os itens que mais variam mês a mês são geralmente hortifruti — legumes, verduras e frutas com produção sazonal. Chuvas em excesso, geadas ou entressafra podem causar altas de 30% a 50% em poucos dias.
Itens de menor variação costumam ser processados e industrializados (biscoitos, café torrado, leite UHT) — a cadeia longa amortece choques de curto prazo.
Como usar este ranking: se você é distribuidor ou varejista, itens em alta abrem oportunidade de renegociação com fornecedores; itens em queda são momento de comprar em estoque para revenda futura.
Alimentos que mais subiram e caíram (setembro de 2026). Distribuidoras de Alimentos, com dados do IBGE (IPCA). Disponível em: <https://distribuidorasdealimentos.com.br/precos-alimentos-brasil/altas-e-baixas>.
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