Ex-Carrefour assume gigante de R$ 8 bi
O ex-executivo do Carrefour foi anunciado como novo presidente de uma das maiores redes de supermercados do país, grupo que movimenta cerca de R$ 8 bilhões por

O ex-executivo do Carrefour foi anunciado como novo presidente de uma das maiores redes de supermercados do país, grupo que movimenta cerca de R$ 8 bilhões por ano. A informação foi divulgada nesta semana e já repercute no setor varejista.
O profissional, que acumula mais de duas décadas de experiência no ramo, assume o cargo em um momento de expansão da companhia. A rede, que opera em diversos estados, planeja investir em novas lojas e na modernização das unidades existentes.
Nos últimos anos, o executivo esteve à frente de operações do Carrefour no Brasil, onde liderou projetos de eficiência e crescimento. Sua saída da concorrente foi confirmada há poucos meses, e desde então o mercado acompanhava os próximos passos da carreira dele.
Perfil do novo presidente
Formado em administração, com passagens por empresas de grande porte, o novo presidente é conhecido pela gestão focada em resultados e pela forte atuação na área comercial. Durante o período no Carrefour, ele participou diretamente da integração de redes adquiridas e da reformulação de lojas.
Na nova função, o executivo terá como missão dar continuidade ao plano de crescimento orgânico e avaliar possíveis aquisições. A expectativa é que ele mantenha a política de preços competitivos e amplie a presença da marca em regiões onde a rede ainda tem pouca atuação.
O conselho da empresa informou que a escolha levou em conta a trajetória do profissional e o conhecimento dele sobre o mercado brasileiro. A transição ocorre de forma imediata, e o ex-presidente deixará o cargo após um período de transição.
A rede de supermercados, que emprega milhares de funcionários, deve anunciar nos próximos meses as primeiras medidas da nova gestão. Entre as prioridades estão a redução de custos operacionais e o fortalecimento do programa de fidelidade.
Analistas do setor avaliam que a chegada de um executivo com perfil agressivo em eficiência pode pressionar os concorrentes regionais. O movimento também é visto como uma resposta ao avanço de redes de atacarejo, que têm ganhado espaço no país.






