10 maiores atacarejos do Brasil e seus faturamentos
O setor de atacarejo no Brasil segue em expansão, com as principais redes do país registrando bilhões em faturamento anual. O modelo, que combina venda no ataca

O setor de atacarejo no Brasil segue em expansão, com as principais redes do país registrando bilhões em faturamento anual. O modelo, que combina venda no atacado e no varejo, atrai consumidores em busca de preços mais baixos e empresas que precisam comprar em grande volume.
O Atacadão, pertencente ao grupo Carrefour, lidera o ranking nacional. A rede, que opera em todos os estados brasileiros, tem como carro-chefe as lojas de grande porte e um forte investimento em marcas próprias. Em segundo lugar aparece o Assaí, que se desmembrou do grupo GPA e hoje atua de forma independente. A rede investe em expansão orgânica e na conversão de hipermercados em lojas de atacarejo.
Outras redes de peso
O Max Atacadista, do grupo Muffato, também figura entre os maiores, com presença concentrada no Sul e no Sudeste. O Fort Atacadista, do grupo Pereira, é outro nome de destaque, especialmente na região Centro-Oeste. Já o Roldão, com forte atuação em São Paulo, e o Tenda Atacado, que pertence ao grupo Carrefour, completam a lista dos principais operadores do setor.
O faturamento dessas redes combina vendas para pequenos comerciantes, como mercearias e restaurantes, e também para o consumidor final. A pandemia de Covid-19 acelerou a migração de famílias para o formato, que oferece embalagens maiores e preços mais competitivos.
O ranking considera o desempenho anual das companhias, com base em dados divulgados pelas próprias empresas e por consultorias especializadas. O setor responde por uma parcela relevante do varejo alimentar no país, e a disputa por novos pontos de venda segue acirrada, principalmente em cidades de médio porte.
Além das dez maiores, outras redes regionais ganham espaço, como o Noroeste e o Dalben, que mantêm operações sólidas em seus estados de origem. O crescimento do setor também atrai investimentos estrangeiros, com grupos internacionais avaliando a compra de redes locais para ampliar sua participação no mercado brasileiro.
O modelo de atacarejo se consolidou como uma das principais formas de abastecimento para o pequeno varejo, que encontra nesses locais condições de compra mais vantajosas. A tendência é que o setor continue crescendo nos próximos anos, puxado pela recuperação econômica e pela busca constante por economia por parte dos consumidores.


