Atacado recordista: 27% do ICMS do ES
O setor atacadista do Espírito Santo alcançou um novo recorde e passou a responder por 27% do ICMS arrecadado no estado. O resultado marca a maior participação

O setor atacadista do Espírito Santo alcançou um novo recorde e passou a responder por 27% do ICMS arrecadado no estado. O resultado marca a maior participação do segmento na arrecadação estadual.
Os dados foram divulgados pela administração tributária capixaba e mostram o crescimento da atividade nos últimos meses. O desempenho reflete o aumento das operações comerciais e a expansão das empresas do ramo no território estadual.
O ICMS é o principal tributo estadual e incide sobre a circulação de mercadorias e serviços. Com a alta na participação do atacado, o setor se consolida como um dos motores da economia local.
Especialistas apontam que a evolução do comércio atacadista está ligada à logística e à localização geográfica do estado, que facilitam a distribuição de produtos para outras regiões do país. Ainda assim, os números exatos de faturamento e o detalhamento por segmento não foram informados na divulgação oficial.
O governo estadual deve usar os recursos adicionais para investimentos em infraestrutura e serviços públicos. A tendência é que a participação do setor continue crescendo nos próximos meses, acompanhando o ritmo das vendas e da atividade econômica regional.
O recorde anterior havia sido registrado no ano passado, quando o atacado respondeu por cerca de um quarto da arrecadação. Agora, com o novo patamar, o setor reforça sua importância na composição da receita do estado.
A arrecadação total do ICMS no Espírito Santo também apresentou alta no período, mas os valores consolidados não foram detalhados na publicação. O desempenho positivo do atacado ocorre em um cenário de retomada das atividades comerciais e de aumento no consumo.
Para os próximos meses, a expectativa é de manutenção do ritmo, caso o cenário econômico permaneça estável. O setor atacadista deve seguir como um dos pilares da arrecadação estadual, com impacto direto nos cofres públicos e na capacidade de investimento do governo.









